Franca cresceu sobre os solos do Planalto Paulista. A expansão urbana, que se acelerou com a indústria calçadista, empurrou os bairros para áreas de topografia variada. O que vemos em campo é um mosaico de solos residuais e coluvionares. Para o engenheiro estrutural, cravar uma sapata sem conhecer essa transição é um risco silencioso. A sondagem a trado manual permite mapear a estratigrafia superior de forma rápida. Determinamos a profundidade do impenetrável e coletamos amostras indeformadas. Em obras de pequeno e médio porte espalhadas pela cidade, este é o ponto de partida para um projeto de fundações seguro, complementado muitas vezes por um ensaio de granulometria para classificar esses materiais.
Identificar a transição entre o solo superficial e o saprolito define todo o comportamento da fundação em Franca.
