Um galpão industrial projetado às margens da Rodovia Cândido Portinari precisava de água para o processo produtivo. A perfuração de poço sem investigação prévia é um risco que nenhum construtor deveria correr em Franca, cidade que se assenta sobre os arenitos do Aquífero Guarani e os basaltos da Formação Serra Geral. A sondagem elétrica vertical, ou método da resistividade elétrica, elimina a adivinhação. Medimos a variação da resistividade em profundidade para identificar zonas aquíferas fraturadas, delimitar contatos litológicos e até mapear plumas de contaminação antes de qualquer investimento em escavação ou perfuração. Em projetos que exigem controle geotécnico rigoroso, complementamos essa investigação com o ensaio CPT para obter um perfil estratigráfico contínuo da resistência de ponta, cruzando dados geofísicos com parâmetros mecânicos diretos.
A resistividade não mente: cada contraste no perfil geoelétrico revela uma história geológica que a sondagem mecânica sozinha não conta.
